quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Receita Federal prorroga prazo para MEI regularizar CNPJ

O novo prazo para o Microempreendedor Individual (MEI) se regularizar junto à Receita Federal será até às 23h59 desta sexta-feira (26/01/18). A medida foi tomada nesta terça-feira (23) em reunião, em Brasília, com integrantes do Governo Federal. Após esse período, ocorrerá o cancelamento definitivo dos CNPJs.
A listagem com os CNPJs suspensos está disponível no Portal do Empreendedor (http://www.portaldoempreendedor.gov.br/), onde é possível fazer a busca pelo CNPJ ou pelo Cadastro de Pessoa Física (CPF). “O microempreendedor que já regularizou sua situação não precisa se preocupar. Queremos com isso garantir que o MEI fique em dia com suas obrigações”, explica o secretário especial da Micro e Pequena Empresa, José Ricardo da Veiga.
Foram suspensos os CNPJs de microempreendedores individuais (MEI) que não pagaram nenhuma guia mensal (DAS) referente aos períodos de apuração de 2015, 2016 e 2017 e não entregaram nenhuma declaração anual (DASN-SIMEI) referentes aos anos de 2015 e 2016.
Para se regularizar, o MEI pode solicitar o parcelamento dos seus débitos em até 60 meses. Caso ele realize algum dos pagamentos pendentes ou entregue alguma das declarações atrasadas até o dia 26 de janeiro de 2018, evitará o cancelamento. A baixa definitiva do CNPJ (prevista na LC 123/06) não poderá ser revertida e os débitos migrarão automaticamente para o CPF vinculado. Para continuar a exercer alguma atividade econômica formalmente, o MEI deverá tirar novo CNPJ.
O cancelamento da inscrição do MEI é previsto no Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e foi regulamentado por meio da Resolução n° 36/2016 do CGSIM, criada para tratar do processo de registro e de legalização de empresários e de pessoas jurídicas. A suspensão e o posterior cancelamento visam otimizar o relacionamento do governo com os MEI ativos, de modo a melhorar o desenvolvimento de políticas públicas que atendam esses empresários.
Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/receita-federal-mei-regularizar-cnpj/

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Contribuição Sindical Empresarial 2018


Caro Empresário, a atividade empresarial brasileira é, antes de tudo, um sacerdócio, um desafio e uma ousadia. Ter que lidar que os interesses do negócio propriamente dito, enfrentamento barreiras e obrigações de toda a natureza, especialmente àquelas que são impostas pelo Poder Público, tais como: elevada carga tributária, obrigações acessórias, mudanças na legislação (feitas no afogadilho e de qualquer jeito), burocracias e outros tipos de empecilhos, riscos iminentes (de toda ordem) não é tarefa fácil para ninguém.
Baseado em tudo isso e para que possamos enfrentar todos esses desafios só existe um caminho: a união de forças. Para tanto, precisamos fortalecer quem nos representa, quem pode ter voz junto aos entes competentes: O Nosso Sindicato Empresarial.
E agora, mais do que nunca, a atuação do Sindicato Empresarial é primordial para que tenhamos a paz necessária na condução da nossa atividade. As recentes mudanças na legislação trabalhistas exigem que tenhamos maior representatividade sindical e isso só é possível se mantivermos o SINDETUR Forte e Atuante!
Como em qualquer entidade que frequentamos (igrejas, clubes, associações, etc...) existem direitos e obrigações. Existem obrigações que podemos e devemos desenvolver mediante atuação direta de cada um de nós. Existem, também, obrigações financeiras. Não se pode imaginar que uma Entidade possa funcionar sem honrar compromissos financeiros e o SINDETUR não é diferente.
Por tudo isso que é importante contribuir para a sua entidade! Por trás de uma categoria forte e empresas competitivas sempre haverá o trabalho de uma entidade atuante e representativa! Pense nisso e faça a sua parte, adimplindo com o pagamento da Contribuição Sindical e participando, também, das atividades sindicais!.

INTERPRETAÇÕES DISTORCIDAS DE CONTADORES
Diante de infundados entendimentos esposados por vários contadores e, baseado no fato da flagrante  insegurança jurídica trazida pela reforma trabalhista e a possiblidades de retorno do caráter compulsório da contribuição sindical, inclusive com efeitos retroativos, somado ao fato de que a Justiça Trabalhista já sinalizou que a AUTORIZAÇÃO para a cobrança da Contribuição Sindical pode ser obtida mediante decisão de Assembleia da Categoria Econômica (Enunciado nº 38, do 2º Encontro de Direito Material e Direito Processual Trabalhista, realizado pela ANAMATRA nos dias 18 e 19 de Outubro de 2017, em Brasilia/DF.), cujo teor é o seguinte:

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL
I - É LÍCITA A AUTORIZAÇÃO COLETIVA PRÉVIA E EXPRESSA PARA O DESCONTO DAS CONTRIBUIÇÕES SINDICAL E ASSISTENCIAL, MEDIANTE ASSEMBLEIA GERAL, NOS TERMOS DO ESTATUTO, SE OBTIDA MEDIANTE CONVOCAÇÃO DE TODA A CATEGORIA REPRESENTADA ESPECIFICAMENTE PARA ESSE FIM, INDEPENDENTEMENTE DE ASSOCIAÇÃO E SINDICALIZAÇÃO. II - A DECISÃO DA ASSEMBLEIA GERAL SERÁ OBRIGATÓRIA PARA TODA A CATEGORIA, NO CASO DAS CONVENÇÕES COLETIVAS, OU PARA TODOS OS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIGNATÁRIAS DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO. III - O PODER DE CONTROLE DO EMPREGADOR SOBRE O DESCONTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL É INCOMPATÍVEL COM O CAPUT DO ART. 8º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E COM O ART. 1º DA CONVENÇÃO 98 DA OIT, POR VIOLAR OS PRINCÍPIOS DA LIBERDADE E DA AUTONOMIA SINDICAL E DA COIBIÇÃO AOS ATOS ANTISSINDICAIS. 

Em face de todo o exposto, reiteramos o nosso posicionamento de continuar atendendo integralmente ao Trade.

 Atenciosamente, 

Antonio de Pádua Freitas Saraiva
Departamento Juridico/Cobrança Fenactur
padua@saraivaassessoria.com.br ou padusaraiva58@gmail.com

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Por que é tão importante comprar pacotes em agências de viagens?

Blogueira Gabriela Pugliesi cai em golpe na compra de passagem e alerta turistas para a importância de tomar alguns cuidados e evitar o prejuízo

A blogueira Gabriela Pugliesi publicou, neste domingo (7), em suas redes sociais o problema que enfrentou ao comprar uma passagem aérea de uma pessoa desconhecida. Ao chegar ao aeroporto, a blogueira e o marido descobriram que as passagens compradas eram falsas e que o voo não existia. Ao retornar para casa, Pugliesi usou suas redes para orientar seus seguidores a sempre comprarem passagens em agências de viagens, para que outras pessoas não passem pela mesma situação frustrante.
Assim como Gabriela Pugliesi, outros brasileiros já enfrentaram esse problema. Por isso, o Ministério do Turismo tem reforçado cada vez mais a fiscalização e controle das agências que vendem pacotes de viagens e orienta a população a sempre pesquisar no Cadastur – sistema de cadastro dos prestadores de serviços turísticos – antes de decidir qual empresa utilizar em suas viagens.
O registro no Cadastur é obrigatório para os prestadores que exerçam atividades de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos, parques temáticos e guias de turismo. É importante, antes de realizar a contratação de um serviço verificar aqui se ele está devidamente cadastrado junto ao MTur.
“Situações como essa podem acontecer e estragar uma viagem planejada há meses e até anos, por isso é fundamental se cercar de cuidados para evitar dores de cabeça. No site Viaje Legal, o turista encontra dicas de como prevenir situações como essa e o que fazer em casos de descumprimento de contratos”, explicou a coordenadora-geral de cadastramento e fiscalização de prestadores de serviços turísticos, Tamara Galvão.
DICAS - Os cuidados começam na hora de comprar a passagem para o destino desejado, lembre-se sempre de procurar uma empresa de confiança. O bilhete aéreo é o comprovante que garante o embarque do passageiro para o destino escolhido. No entanto, se o cliente desistir da viagem, tiver o voo atrasado ou, ainda, não tiver o serviço prestado, ele deve ter seus direitos assegurados pela empresa contratada. De acordo com o Viaje Legal, o passageiro tem direito ao reembolso da passagem em casos de desistência, atraso, cancelamento de voo e overbooking – quando a empresa aérea vende mais passagens do que a capacidade dos aviões.  A opção é possível caso o passageiro não seja acomodado em outro voo no prazo máximo de quatro horas contado do horário estabelecido no bilhete.
A restituição deve ser feita nas mesmas condições em que a passagem foi adquirida, incluindo a opção de devolução do valor em espécie. Se a compra foi feita com cartão de crédito, a restituição do valor será creditada na próxima fatura. Já se o bilhete for parcelado, haverá reembolso das parcelas já quitadas e cancelamento das demais. Quando a aquisição da passagem for em cheque, a restituição se dará após a compensação bancária. Em todas as situações o prazo máximo para devolução é de trinta dias após a solicitação de reembolso feitas pelo cliente.
Se houver overbooking, quando a quantidade de passagens vendidas é maior que a capacidade do voo, o passageiro tem o direito de aceitar a proposta oferecida pela empresa ou exigir o cumprimento do serviço pago. Ele também poderá recorrer à justiça por danos morais e até materiais, em virtude do descumprimento do contrato e perdas ocasionadas por compromissos cancelados, negócios não realizados e, até mesmo, pelo cansaço causado por não ter embarcado conforme esperava.
As regras são válidas tanto para o aeroporto de origem como para conexões e escalas interrompidas, inclusive motivadas por questões meteorológicas e adversas, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), exceto se o passageiro desistir voluntariamente da viagem. Além do reembolso integral, o viajante poderá retornar ao aeroporto de origem por conta da companhia aérea; interromper a viagem e solicitar o reembolso do trecho não voado; remarcar o voo sem custos adicionais ou seguir viagem por outro meio de transporte providenciado pela empresa.
Fonte: Ministério do Turismo

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Latam Brasil anuncia voo para Las Vegas na alta temporada de 2018

Boeing 767 será a aeronave utilizada na rota São Paulo/Guarulhos – Las Vegas (Crédito: Divulgação Latam)
A Latam Brasil iniciou as vendas de passagens aéreas para o voo direto e temporário São Paulo/Guarulhos-Las Vegas-São Paulo/Guarulhos. A nova rota da companhia será operada três vezes por semana, exclusivamente durante a alta temporada de junho a agosto de 2018.
A operação temporária contará com aeronaves modelo Boeing 767, com capacidade para 191 passageiros em classe Economy e 30 passageiros em classe Premium Business.
A nova rota será a única ligação direta entre a América do Sul e o destino norte-americano, complementando outras operações regulares atuais do Grupo Latam Airlines para destinos na América do Norte, como Miami, Orlando, Boston, Nova York e Los Angeles.
“Las Vegas e todos os outros quatro novos destinos internacionais que anunciamos para 2018 refletem o nosso compromisso de avaliar todas as oportunidades e investir em operações sustentáveis, que realmente facilitam e ampliam as opções de viagem para o cliente”, disse Jerome Cadier, CEO da LATAM Airlines Brasil.
“Estamos muito felizes em receber pela primeira vez o voo sem escalas entre São Paulo e Las Vegas com a nossa mais nova companhia aérea parceira, a Latam Brasil”, afirma Rossi Ralenkotter, CEO da LVCVA.
Segundo a CEO, o Brasil continua sendo um importante mercado para Las Vegas, e representa a nossa maior fonte de visitantes internacionais da América do Sul, com mais de 150 mil viajantes por ano.
Fonte: mercado & eventos

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Presidente do Sindetur-AL, Carlos Palmeira assume Abav Nacional

Carlos Palmeira, da System Tours (AL), é o novo presidente da Abav Nacional
Sai Edmar Bull e entra Carlos Palmeira. O presidente do Sindetur-AL (Sindicato das Empresas de Turismo no Estado de Alagoas), vice-presidente setorial da Fenactur (Federação Nacional de Turismo) e diretor da System Tours, de Alagoas, foi eleito por aclamação, nesta terça-feira (12), e assume a presidência da Associação Brasileira das Agências de Viagem, a Abav Nacional, para o próximo biênio, até 2019. O desafio da nova gestão, intitulada Inova Abav, gira em torno da manutenção dos benefícios trazidos por Bull e da inovação em prol da união do Turismo como setor andando sempre lado a lado com o agente de viagens.

"Vamos dar continuidade ao que o Edmar fez para unir todo mundo. Por mais que a Abav tenha o agente como objetivo central, é preciso entender que o Turismo funciona como um todo, e a antiga gestão já havia dado início a isso", explicou o novo presidente.


Junto a Bull e à nova vice-presidente administrativa, Magda Nassar, Palmeira revelou que realizará uma reunião geral com as Abavs estaduais antes de tomar qualquer grande decisão. A ideia é dar mais voz ativa às organizações regionais e trazer soluções a todas as necessidades. Essa, porém, não é a única novidade. O novo mandatário também afirmou que vai acelerar o processo de mudanças no estatuto da associação visando maior facilidade e agilidade nas decisões.

Fonte: Fenactur

domingo, 10 de dezembro de 2017

Rio Grande do Norte ganhará empreendimento hoteleiro de US$ 1,5 bilhão: “o maior da história”

Reunião dos investidores com o governador Robinson Faria selou o negócio
O Rio Grande do Norte vai receber um dos maiores empreendimentos turísticos do Brasil, no município de Baía Formosa, a 90 km da capital. Dois resorts e uma vila d casas de alto da padrão da rede hoteleira Six Senses estão chegando com um investimento inicial de US$ 400 milhões. Ao fim do projeto, o valor já chegará a incríveis US$ 1,5 bilhão. Serão os dois primeiros resorts da marca polonesa na América Latina e as obras já começam em 2019.
O detalhamento foi apresentando essa semana ao governador Robinson Faria pelo embaixador da Polônia no Brasil, Andrzej Braiter, e por uma comitiva de investidores poloneses. Segundo Robinson Faria, a chegada da rede representará uma mudança no cenário turístico do estado. “Um grande investimento no turismo chega ao RN beneficiando todo o litoral sul, trazendo turistas de alto poder aquisitivo e movimentando a economia do Estado”.
O representante do conselho administrativo da rede Six Senses, Wolf Hengat, ressaltou que a empresa passou anos buscando um local ideal no Brasil para a instalação do novo empreendimento. “Será o primeiro Six Senses das Américas. Já visitei 110 países e tenho 50 anos de experiência em rede hoteleira e posso garantir que Baía Formosa é um local único. Precisei ver de perto para acreditar na tamanha beleza do lugar”.
Six Senses em Seychelles
O secretário de Turismo do RN, Ruy Gaspar, assegurou que “esse é sem dúvida o maior investimento no turismo da história do Rio Grande do Norte. Esse grupo que é o número um do mundo nessa área vai abrir um mercado que ainda não existe no país. Com isso, vai atender um público exigente, de alto padrão, e que com certeza vai querer conhecer outras cidades e belezas naturais do estado”.
Piotr Maj, chefe de gerenciamento de projetos da Gremi International, uma das empresas empresas investidoras do hotel, afirmou que o empreendimento será construído em uma área de cerca de cinco hectares e terá espaços para spas, atividades esportivas, campo de polo, pesca, planetário, além de um centro de proteção de tartarugas. “Nosso projeto é totalmente focado na preservação da natureza e da ecologia. A partir dessa construção, Baía Formosa entrará no roteiro de lugares seletos no mundo para esse público específico de alto padrão”, contou.
Six Senses nas Maldivas
O embaixador da Polônia destacou que “O governo mostrou as vantagens para o grupo hoteleiro e agora vai receber grandes investimentos que trará benefícios econômicos e culturais”. Durante a apresentação do projeto foi informado que a licença prévia de viabilidade ambiental já foi liberada pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema). “Agora os investidores estão discutindo o projeto executivo com o órgão para dar entrada na licença de instalação”, disse o diretor-geral do Idema, Rondinelle Oliveira.
IMPACTO ECONÔMICO
Com a chegada do empreendimento no município potiguar estão previstas em média 400 novas vagas de empregos diretos e 4 mil indiretos. “O benefício do investimento não ficará apenas em Baía Formosa, mas se estenderá a cidades vizinhas”, pontuou o presidente da Gremi International, Greg Hajdarowicz.
O presidente ainda acrescentou que “o impacto econômico da chegada desse empreendimento poderá comparada com o desenvolvimento que aconteceu em outros lugares que receberam resorts de alto padrão, como por exemplo em Cancún, no México. Além disso, outras empresas podem se interessar e ver novas oportunidades em também investir no local após a instalação da Six Senses”.

Fonte:  em 

MTur anuncia R$ 450 milhões de crédito para o setor em 8 instituições financeiras

Ministro do Turismo, Marx Beltrão
O ministro Marx Beltrão apresentou em Maceió, o Novo Fungetur, linha de crédito do Ministério do Turismo com condições diferenciadas para dinamizar o mercado. As micro e pequenas empresas terão prioridades para acessar os R$ 450 milhões disponíveis para construção, reforma, ampliação ou compra de equipamentos turísticos. No novo formato, oito instituições financeiras estarão habilitadas para gerir o recurso.
“O turismo é um dos setores da economia que mais cresceu nos últimos anos. A oferta de mais crédito tem como objetivo manter esse crescimento e dar mais fôlego para que empresários continuem investindo, gerando emprego e renda através de nosso setor”, afirmou o ministro durante o lançamento.
A ampliação dos investimentos no setor, citada pelo ministro, é fundamentada em pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com 716 empresas que empregam 79.319 mil pessoas (Boletim de Desempenho Econômico do Turismo). De acordo com o estudo, 66% dos empresários do setor manifestaram intenção de investir parte do faturamento apurado ainda em 2017. O maior percentual, 15,2%, é projetado pelo segmento de turismo receptivo, seguido dos organizadores de eventos (8,1%), meios de hospedagem (5,2%) e transporte aéreo (4,7%).
Para Marx Beltrão, os financiamentos com recursos do Novo Fungetur melhoram não só os serviços prestados ao turista, mas também geram oportunidades de novos negócios e, consequentemente, abrem vagas no mercado de trabalho em atividades direta ou indiretamente ligadas ao turismo.
A novidade anunciada nesta quinta-feira (7) pelo ministro Marx Beltrão foi o credenciamento de oito instituições financeiras para operação da linha de crédito, o que deve tornar o Fungetur mais competitivo. Antes, só a Caixa Econômica Federal operava os recursos do Fundo. Outra novidade é que os recursos transferidos à instituição financeira credenciada, caso não contratados, poderão ser recolhidos após 120 dias e redistribuídos para as demais instituições financeiras credenciadas, de acordo com seu desempenho na concessão de crédito
–  Agência de Fomento do Mato Grosso; Agência de Fomento do Rio Grande do Sul (Badesul); Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes); Banco do Estado de Sergipe (Banese); Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG); Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); Caixa Econômica Federal (CEF); e Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP).

Fonte:  em 

sábado, 25 de novembro de 2017

Rio prevê 2,7 milhões de turistas no Réveillon; impacto chega a R$ 2,2 bilhões

Reveillon no Rio de Janeiro.A cidade já tem uma média de 72% de quartos ocupados
O Rio de Janeiro já sabe qual será o tema da clássica festa de Réveillon: o “Abraço”. Em coletiva realizada nesta sexta-feira (24), a Riotur também definiu o tempo da queima de fogos: 17 minutos. Ao todo, são esperados 2,7 milhões de turistas por toda a cidade, com impacto que pode chegar a R$ 2,2 bilhões na economia. Caso isto de fato seja concretizado, o número será 15% maior do que o Réveillon do ano passado.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro – ABIH-RJ, também divulgou a pesquisa com a previsão de ocupação hoteleira para a data especial. A cidade já tem uma média de 72% de quartos ocupados, salto de 20% diante da apuração realizada no mês passado. Em 2016, na mesma época, o índice era de cerca de 77,50%. Ipanema/Leblon e Flamengo/Botafogo já chegaram a 89%, enquanto Leme/Copacabana estão com 84%.
Serão utilizadas 25 toneladas de fogos para a queima dos fogos. Além do palco de Copacabana, estão previstos outros nove palcos espalhados pela cidade. A estrutura para a queima de fogos ainda prevê 11 balsas de fogos, 10 telões de Led, com imagens de drones transmitidas para telões, 30 torres de vigilância e 500 banheiros químicos.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

CVC oficializa aquisição da Visual por R$ 67,9 milhões

Diretores da CVC
Agora é oficial. A CVC acaba de confirmar a aquisição de 100% da Visual Turismo pelo valor de R$ 67,9 milhões, notícia adiantada pelo M&E na tarde desta quarta-feira (08). De acordo com o comunicado oficial, foi aprovado pelo Conselho de Administração da CVC, em reunião realizada em 1º de novembro de 2017, o contrato de compra e venda de 100% da empresa fundada por Afonso Louro, que permanecerá na empresa como diretor Geral.
“A aquisição da Visual constitui uma oportunidade estratégica excelente para a Companhia, pois permite a expansão da Companhia no mercado de viagens de lazer e contribui para sua posição de liderança no setor de viagens no Brasil”, afirmou a CVC.
O preço de aquisição acordado foi de R$ 67.906.640,00 (sessenta e sete milhões, novecentos e seis mil, seiscentos e quarenta reais), o qual será ajustado com base em dívida líquida e poderá ser acrescido pelo pagamento de um valor de até R$ 17 milhões.
Afonso Louro permanece como diretor Geral da Visual
A Visual Turismo tem 31 anos de atuação no mercado e reforça o canal de agências multimarcas da CVC, uma vez que conta com uma rede de 13 mil agentes de viagens parceiros. “A Visual tem mais de 30 anos de atuação, cerca de 250 colaboradores e atua na intermediação de serviços turísticos de lazer, com reservas confirmadas anuais de R$ 400 milhões em 2016”, disse o comunicado.
Fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Presidente do ConCntur fará Conferência na UFMA.


Prof. Dr. Mario Beni, Presidente do ConCntur &
Prof. Msc. Paulo Montanha, Presidente do Sindetur/MA.
O Presidente do ConCntur (Conselho das Entidades Estaduais de Turismo da Cntur (Confederação Nacional de Turismo)) está em São Luis - MA e irá proferir  hoje, 08/11, quarta-feira às 16:00 h no Auditório Central da UFMA (Universidade Federal do Maranhão) a conferência: "Sociedade, Mercado e os Profissionais de Turismo e Hotelaria. O evento de hoje faz parte da programação de comemoração dos 30 anos dos Cursos de Turismo e Hotelaria da UFMA.
Para o Presidente do Sindetur/MA (Sindicato das Empresas de Turismo no Maranhão), turismólogo graduado pela UFMA, está conferência será um marco na história da academia do turismo no Brasil, além de ser um privilegio ter o Prof. Dr. Mário Beni como conferencista, quando o curso de turismo da UFMA comemora 30 anos de existência. É importante recordar que foi o professor Mário Beni quem proferiu a "Aula Magna" quando o curso foi implantado, sendo o primeiro curso de graduação em turismo no Maranhão.
No Maranhão o Concntur/MA (Conselho das Entidades de Turismo do Maranhão) é presidido pela empresária Liana Ribeiro, proprietária da Giltur Turismo.que vem realizando um excelente trabalho à frente do Conselho, contribuindo com o turismo do Maranhão e com a Cntur.





Prof. Dr. Mario Beni, Presidente do ConCntur &
 Sra. Liana Ribeiro, Presidente do ConCntur/MA (Conselho das Entidades e Turismo do Maranhão).

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O SINDETUR/MA já confirmou presença na 29ª edição do FESTURIS Gramado.


O SINDETUR/MA – Sindicato das Empresas de Turismo no Estado do Maranhão já confirmou presença na 29ª edição do FESTURIS – Feira Internacional de Turismo de Gramado, que acontece de 09 a 12 de novembro de 2017, em Gramado-RS, nas Serras Gaúchas. A Via Mundo Turismo foi a empresa contemplada para representar o SINDETUR/MA e todas as empresas de turismo maranhense no evento. A indicação foi feita pelo SINDETUR/MA através de sorteio oportunizando democraticamente a possibilidade de todas as empresas filiadas participarem.
Para o presidente do SINDETUR/MA, Sr. Paulo Montanha, durante o FESTURIS, as empresas de turismo do Maranhão terão excelentes oportunidades de divulgar e negociar seus produtos turísticos que são ofertados no Maranhão e os empresários filiados estão bastante satisfeitos com mais este beneficio oferecido pelo SINDETUR/MA com o apoio do Governo do Maranhão que forneceu a passagem aérea para que pudéssemos enviar um representante para este que é dos maiores eventos de turismo realizado no Brasil.
O FESTURIS será aberto dia 09 com a presença do ministro do turismo, Marx Beltrão. O evento não se limita a reunir mais de 14 mil profissionais de turismo de todo o mundo, além das principais marcas e destinos do planeta. O FESTURIS Gramado é um verdadeiro canal para a geração de importantes negócios para a cadeia turística da América do Sul.


FESTURIS: uma feira de conceito, conteúdo e negócios
O FESTURIS Gramado – Feira Internacional de Turismo terá em 2017 a sua 29ª edição. A feira ocupará 22 mil metros quadrados, no Serra Park em Gramado, e é considerada pelo trade a mais efetiva feira de negócios turísticos da América Latina, sendo a segunda maior em tamanho.
Nesta edição a feira estará dividida em espaços como LGBT, Acessibilidade, Luxury, Entretenimento, Destinos Gastronômicos, Enoturismo, Cultural e Religioso, Tecnologia, Mice, Sustentabilidade e Turismo Verde, Salas de Capacitações (Programação de oficinas, workshops, e palestras de forma ininterrupta).

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

CNTur pede mais governança e politicas públicas ao setor, na Homenagem da Câmara ao Turismo

Mário Beni, Alberto Alves – Ministro Interino do Turismo, deputados Wilton Rocha, Rômulo Gouveia e Herculano Passos.
O Prof. Mário Beni, presidente do CENTUR – Conselho Nacional das Entidades Civis e Sindicais da CNTur, ao falar representando a Confederação em sessão solene da Câmara dos Deputados em homenagem ao turismo, dia 30 de outubro, fez uma explanação na qual, ao diagnosticar as deficiências do quadro turístico brasileiro, pediu maior governança e políticas públicas mais efetiva em favor do desenvolvimento turismo brasileiro. O evento foi organizado pelo deputado Herculano Passos, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo.
Durante a sessão solene nesta segunda-feira (30), que comemorou os dias nacional e mundial do Turismo, celebrados em 8 de março e 27 de setembro respectivamente, o deputado Herculano Passos (PSD-SP) afirmou que é necessária a potencialização do segmento no Brasil. Para ele, isso resultaria na geração de empregos e no crescimento da economia.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Contribuição Negocial - Saída para o fim da Contribuição Sindical


Com a reforma trabalhista, que entra em vigor no próximo mês, o imposto sindical passará a ser voluntário. O medo dos sindicatos, a partir disso, é que grande parte dos trabalhadores pare de contribuir. Isso coloca em risco uma arrecadação que em 2016 foi de cerca de R$ 2,9 bilhões.
Durante reunião com sindicalistas na primeira semana de outubro, o presidente Michel Temer sinalizou que o governo está a favor da aprovação de uma nova fonte de arrecadação para os sindicatos, a contribuição negocial. Porém, com as novas delações contra o presidente e a instabilidade do governo, é difícil prever se a contribuição negocial poderá ser ou não aprovada. Essa nova contribuição seria paga por todos os trabalhadores, caso fosse acordada coletivamente, por filiados ou não filiados. Essa medida é uma alternativa para os sindicatos conseguirem garantir sua verba, devido ao fim do imposto sindical.
Segundo a proposta dos sindicatos, a contribuição teria seu valor definido pela assembleia geral da categoria profissional, sendo descontado na folha de pagamento do trabalhador. O desconto ocorreria para todos os trabalhadores caso a assembleia de definição confirmasse a presença de, no mínimo, 10% da categoria.
Essa saída é defendida pela UGT e pela Força Sindical.
Valor da nova contribuição negocial
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, afirmou que a antiga contribuição representava 1% do valor da folha de pagamento do trabalhador durante o prazo de um ano. Esse valor será equivalente a cerca de 3 dias de trabalho, o que é maior do que o antigo imposto sindical, que correspondia a 1 dia trabalhado.
Especialistas acreditam que essa nova forma de financiamento deve fortalecer somente os sindicatos eficientes na defesa dos interesses dos trabalhadores e patronais, excluindo aqueles que não são bons representantes.
Crise nos sindicatos
Os sindicatos afirmam que o fim do imposto sindical resultará em uma diminuição do número de entidades no Brasil. Algumas entidades sindicais, que não possuem outros métodos de arrecadação, acabarão, enquanto outras, que defendem a mesma categoria, irão se fundir, a fim de não acabarem. Segundo o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), “A média de sindicalização no país varia de 7% a 30% (de cada categoria). Só o dinheiro dos sócios não sustenta as entidades. Tirar a contribuição é retirar a maior fonte de arrecadação de muitos sindicatos. Vai haver muita fusão”.
A falta de dinheiro também preocupa o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), já que a principal fonte de financiamento da organização é a contribuição dos 800 sindicatos associados. Eles pagam uma mensalidade que varia de R$ 300 a R$ 15 mil (dependendo do tamanho e do salário médio da categoria) para ter acesso aos serviços prestados.

Algumas medidas estão sendo tomadas para se adaptar à nova realidade. A Dieese fez um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para cortar 200 dos 600 funcionários. Além disso, vai reduzir em mais de 50% os serviços oferecidos.

Fonte: http://blogdosindicato.com.br/

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Alugamos Chalés mobiliados para temporada

ALUGAMOS "CHALÉS mobiliados" 
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Fortaleza (CE) ganha hub da Air France-KLM

Paulo Kakinoff, presidente da Gol, Jean-Marc Pouchol, diretor Geral da Air France-KLM, na América do Sul, e Camilo Santana, governador do Ceará
Air France, KLM e Gol anunciaram na manhã desta segunda-feira (25) que o Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, será o mais novo hub internacional das três companhias. As operações começarão em maio de 2018 com cinco voos semanais, sendo três da KLM para Amsterdã e dois da Air France para Paris. Esta é a primeira vez que as duas companhias iniciam voos juntas em uma mesma cidade. Salvador (BA) e Recife também estiveram na disputa pelo voo.

Fortaleza será a terceira base da companhia no Brasil, que já conta com voos diretos para Paris a partir de São Paulo e do Rio de Janeiro. No final de julho, o aeroporto da capital cearense passou a ser administrado pela empresa alemã Fraport – vencedora da concessão.
De acordo com a empresa, a escolha por Fortaleza levou em consideração sua localização, não só pela proximidade com a Europa, mas também por estar estrategicamente posicionada na região perto de demais cidades do Norte e Nordeste. Assim como o potencial de desenvolvimento do seu aeroporto, economia e turismo.
Paulo Kakinoff, presidente da Gol, Jean-Marc Pouchol, diretor Geral da Air France-KLM, na América do Sul, e Camilo Santana, governador do Ceará
“Fortaleza será o novo ponto de entrada no Brasil para a Europa. A economia tem dado sinais de recuperação e a demanda dos brasileiros por voos internacionais também. Nós queremos participar ativamente dessa retomada. Este projeto reforça a nossa presença no país, um dos nossos mercados prioritários. Estamos muito felizes por oferecer mais esta facilidade aos clientes da região, com conexões mais rápidas e otimizadas para a Europa”, afirma Jean-Marc Pouchol, diretor geral Air France-KLM para a América do Sul.
O hub tem como objetivo aprimorar a conectividade das principais capitais do Norte e Nordeste do Brasil à Fortaleza, da onde partirão e chegarão os voos do grupo franco-holandês para a Europa. Cidades como Natal, Recife, Salvador, Belém e Manaus serão algumas delas. Isso ilustra o fortalecimento da parceria entre Air France-KLM e Gol, líderes na Europa e na América do Sul.
“Faremos ajustes nos horários e aumentaremos a oferta para Recife, Salvador, Belém e Manaus, além de uma nova rota entre Natal e a capital cearense”, explica Paulo Kakinoff, presidente da GOL. “É mais um importante passo que damos em nossa parceria estratégica, que já existe há três anos”, complementa.
“Ficamos muito honrados com a decisão do Grupo e temos a certeza de que esses novos voos impulsionarão o desenvolvimento econômico e social em todo o Estado do Ceará e na região”, comemora Camilo Santana, governador do Ceará.
AERONAVES E SERVIÇOS

Os voos da KLM serão operados pelo Airbus A330-200, com capacidade para 268 lugares, incluindo 18 na Business Class, 35 em Economy Comfort e 215 em Economy. Já os voos da Air France serão operados por uma aeronave da Joon, nova companhia aérea da empresa francesa. Na rota para Paris, a aeronave utilizada será o A340, com capacidade para 278 lugares, incluindo 30 na Business Class, 21 em Premium Economy e 227 em Economy.

Fonte: Mercado&Eventos

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Tudo o que você precisa saber sobre as OTAS (Online Travel Agencies).


OTAs (Online Travel Agencies), OTCs (Online Travel Companies), Third-Parties (ou 3rd Parties), Agências Virtuais, Agências Online e tantos outros nomes são, na verdade, denominações do mesmo tipo de negócio: venda de viagens “online” através de um intermediário.
Estamos falando de agências de viagens que ganham dinheiro com comissão de qualquer produto vendido em seu portal, além de propagandas. Elas são especializados em planejamento, venda, “reviews” (comentários) ou na combinação de tudo isso para quem vai viajar.
E esse mercado só tende a crescer:
* De acordo com a Forrester Research, reservas online é o maior segmento do e-commerce mundial.
* O site eMarketer prevê aumento de 11% das viagens online em 2010.
* A PhoCusWhright já confirma que um viajante visita 3,6 sites antes de decidir pela compra de um bilhete aéreo.
* A HeBs estima que, em 2009, nos Estados Unidos, a comercialização online de hotéis já se divide entre 60% de vendas diretas (homepage dos hotéis) e 40% de indiretas (OTAs).
* As OTCs tiveram um aumento no share de 10 pontos percentuais em 2009 em comparação a 2008.
* Para 2010, a HeBs afirma que 45% do total de reservas dos hotéis americanos serão através da internet.
* O canal GDS (Global Distribution System) vem caindo. Foram 3,8% de queda de 2008 para 2009 e 26% a menos no share de canais de distribuição entre 2006 e 2009.
* O canal “voice” (Centrais de Reservas / Depto. de Reservas) caiu 2,9% de 2008 para 2009.
A explicação desse crescimento da distribuição online é fácil de entender. Para o cliente final existem ótimas vantagens: possibilidade de comparar preços em vários sites, conforto ao efetuar reservas de casa e total privacidade e segurança dos seus dados financeiros.
Por outro lado, as OTAs funcionam melhor para viajantes com programação flexível, pois, muitas vezes, ficam limitadas ao inventário (disponibilidade e preços que os hotéis deixam a sua disposição) previamente estabelecido.
Mas quando se trata de “last minute deals”, elas realmente são imbatíveis e daí se originou toda sua força. Afinal, os hotéis podem baixar preços, algumas semanas antes (estudos mostram que baixou de 4 para 3 semanas) caso ainda haja disponibilidade. Com o alcance das OTAs, essa “promoção” é espalhada rapidamente e com grande impacto na internet.
Portanto, para atrair clientes, as OTAs precisam de acordos super diferenciados com os hotéis e uma exposição especial no ranking dos sites de busca. E, acreditem, elas são experts nisso! Muito mais do que a maioria dos hotéis.
A fim de permanecerem competitivos, muitos hotéis já perceberam que vale mais a pena gastar seu orçamento de marketing em sites de terceiros do que na mídia tradicional. Além disso, também melhoraram o conteúdo das suas próprias homepages. Afinal, esse é o canal de distribuição mais barato que existe (custo 8,3 vezes menor que as OTAs), que evita o pagamento de comissões e ainda proporciona total controle do seu inventário.
Como conseqüência, vivenciamos uma batalha comercial inevitável entre as OTAS e as homepages dos hotéis.
E as agências online vêm trabalhando duramente para orientar o consumidor para seus sites. Hoje em dia, os OTCs têm fotos de hotéis e apartamentos, informações sobre preços e ofertas e, até mesmo, dados sobre entretenimento local e reviews (comentários) dos hóspedes.
As maiores OTAs do mundo hoje são: 
• Voyages-snf.com
• Expedia, Inc (Incluindo Expedia.comHotels.comHotwire.com e outras)
• Sabre Holdings (Incluindo TravelocityLastminute.com e outras)
• Opodo
• Piceline.com
• Orbitz Worldwide, Inc – (Incluindo Orbitz.comCheapTicketsebookers e outros) – 48% dela pertence à TravelPort (um dos maiores conglomerados da indústria de turismo do mundo).
Está claro que o crescimento da internet e das OTCs mudou completamente nossa dimensão de receita e oportunidades de vendas no segmento turístico.
O desafio agora é gerenciar os muitos e complexos canais de distribuição disponíveis sem negligenciar os métodos tradicionais de reservas.
E quem é o responsável por essa gestão dentro de um hotel?
O ideal seria existir um “Gestor de Distribuição Online” ou “Coordenador de E-commerce”. Se seu hotel ainda não chegou lá, o Revenue Manager deve encabeçar as decisões (dentro de uma responsabilidade já aumentada), em conjunto com o Depto. de Comunicação (responsável por todo o conteúdo informativo e visual) e Vendas (responsável pela decisão de mercados chave, segmentação, etc). Ou seja, é um trabalho a “seis mãos”.
E pensar que 10 anos atrás esse tipo de trabalho (essencial hoje em dia) nem existia.
Junto com o debate em torno das OTCs, um assunto que está muito em pauta nos dias de hoje são as “afiliadas”, ou seja, sites de agências online que revendem o inventário das grandes OTAs em troca de comissão.
Exemplo: Quando você assina um contrato (tarifa NET – sem comissão) com a Expedia, seu hotel poderá ser revendido por Expedia.com, Hotels.com e, literalmente, por outros milhares de sites afiliados que revendem o inventário do Expedia.
O volume desses sites é tão grande que, em 2009, já representavam 30% dos negócios do Hotels.com.
Essas reservas chegam aos hotéis como TravelNow.com e muitos hoteleiros são sabem o que isso significa (até agora).
http://www.cheaprooms.com/ é o maior afiliado do Expedia. Ele fica com 15% de comissão sobre a tarifa vendida e o Expedia com 20% a 30%, dependendo do contrato.
Atualmente, a ética entre esses afiliados é um problema, pois alguns criam sites parecidos com o dos hotéis para capturar suas reservas diretas.
As grandes OTAs não fazem isso, pois sabem que ficarão expostas e tachadas como antiéticas, mas quem controla os milhares de afiliados?
Exemplo: Quando procuramos no Google o Hotel Bentley de Miami, aparece o sitehttp://www.hotelbentleymiami.com/ e http://www.hotelbentleymiamibeach.com/, ambos daCRSHotels.com. Entretanto, o site oficial da unidade é www.thebentleyhotel.com. A diferença é visível. E esse é só um dentre inúmeros outros casos.
Quando questionados, muitos gerentes gerais desses hotéis estão agradecidos às OTAs por lhe ajudar a encher seus hotéis. Por outro lado, o pensamento poderia ser: “Essa OTA está desviando milhares de reservas diretas que deveriam entrar pela minha homepage com um custo muito mais baixo, além de desconectarem o hóspede da experiência da minha marca.”
A melhor forma de combater isso é denunciando o caso para a OTA principal, da qual o site afiliado “puxa” o inventário. E parece funcionar.
Bookings.com recebeu uma reclamação sobre esse tipo de procedimento da www.hotelreservations.com e imediatamente desativou seus links com eles. Aproveitou para esclarecer que está muito preocupada com esse tipo de ação e alerta para corrigir possíveis atos antiéticos dos seus afiliados.
Mas além da função de distribuição, as OTAs estão se tornando canais para postagem de comentários (reviews) de hóspedes e desbancando muitos sites específicos de “travel reviews”, liderados pelo TripAdvisor.
De acordo com estudo da PhocusWright, em 2009, 3 de 4 comentários de turistas foram postados em sites de OTAs.
Fica claro que aos 3rd parties já entenderam a importância dos reviews de viajantes no processo de decisão de compra e estão tirando proveito disso.
A discussão agora é por “poder”. A indústria hoteleira quer retomar o controle do seu inventário, mas ela mesma deixou que as OTCs definissem o diálogo de preço com os consumidores. E os hotéis não podem culpar ninguém, senão a si mesmos.
Em Agosto de 2009, o jornal USA Today publicou uma matéria com o resultado de uma pesquisa feita em hotéis dos EUA, onde o preço das diárias de suas homepages foi comparado com os principais 3rd parties.
Resultado: Em 99% dos casos os valores dos sites dos hotéis foram mais baratos para o cliente final. Mas também ficou claro que as OTAs oferecem uma “sensação” de ganho maior. Mas é só sensação mesmo, pois muitos benefícios e serviços não estão disponíveis nas diárias que os 3rd parties oferecem. O problema é que nem sempre o consumidor se dá conta desses detalhes e vê somente o preço final.
No final da reportagem, a dica do jornal foi: “Compare, compare e depois compare novamente. Só assim você vai garantir o melhor valor para sua viagem.”
Para comprovar essa teoria, verifiquei as tarifas de alguns hotéis de São Paulo nos seus sites e nas principais OTAs enquanto escrevia esse artigo. O resultado foi o mesmo. Tarifas ligeiramente mais baixas nas homepages dos hotéis e mais altas nos sites afiliados. Pela lógica comercial, tudo certo!
Mas não são todos os hoteleiros que agem eticamente. É sabido que alguns contratos de OTAs mencionam a paridade tarifária (não podem divulgar preços menores do que os praticados pelos hotéis) e, mesmo assim, muitos hoteleiros baixam os preços na sua homepage para não pagarem comissão às agências online. Se essa é a sua intenção, nem assine o contrato. Direcionar para o canal mais barato (sua homepage) faz sentido, mas a ética acima de tudo. Lembre-se que, hoje em dia, a reputação online é muito importante para a sustentabilidade do seu hotel (assunto já comentado em artigo anterior).
Com base nesses fatos, acho até engraçado quando, ainda hoje, muitos (a maioria) dos hoteleiros ainda vivem sob o paradigma da paridade tarifária. Em qualquer evento do trade que assistimos, a paridade de tarifas é tratada como algo intocável, vital para o sucesso nos negócios. 
Porém, mesmo sabendo que alguns hoteleiros não vão gostar de ler isso, se pararmos para pensar sobre o atual cenário de distribuição, o controle total da paridade tarifária em todos os canais de distribuição, hoje, é uma utopia.
E, por favor, não entendam que sou contra a paridade. Somente estou dizendo que o controle está se tornando impossível em função da capilaridade dos canais.
Enfim, a polêmica sobre o assunto parece estar recém começando.
Outro exemplo da dimensão que isso tomou é da Priceline.com, que lançou um comercial (vinculado em horário nobre na televisão e exemplo de marketing viral na internet) chamado: “Priceline Negotiator” (O Negociador Priceline). Veja o vídeo original aqui (em inglês).
William Shatner (famoso ator – Capitão Kirk da série Star Trek, Jornada nas Estrelas – interpretando o hóspede) chega à recepção e diz que quer seu apartamento por 65 dólares. O Recepcionista diz que as diárias, para aquele dia, não estão abaixo de 130 dólares. Então ele chama o “Big Deal” (um homem grande e ameaçador com uma tatuagem nas mãos dizendo: “Dollars and Sense”.
O Homem fala ao Recepcionista:
– “É sábio deixar um produto perecível estragar?”
Shatner (Hóspede): “Sim, porque deixar um apartamento vazio?”
Recepcionista: “A receita adicional facilmente cobre os custos operacionais.”
Shatner: “65 Dólares é melhor que nada.”
O recepcionista, ameaçado, aceita a oferta e diz: “Ok, 65 dólares pela diária.”
Até agora, nenhum hoteleiro se pronunciou sobre o anúncio.
Mas na França, parece que a indústria hoteleira resolveu se posicionar e levou um caso de “suposto abuso” por parte de uma OTA aos tribunais.
Há poucos dias, o Sindicato dos Hoteleiros franceses (Synhorcat) promoveu uma ação, alegando que os hotéis que não trabalham com o Expedia são listados no TripAdvisor sem apartamentos disponíveis, mesmo com disponibilidade. O Sindicato alega que, além de discriminatória, a ação inibe o consumidor a contatar diretamente o hotel para fazer sua reserva. Além disso, ainda critica informações como “desconto de 75% sobre as tarifas dos hotéis” no site do Expedia. Isso dá a sensação de que os hotéis estão com constantes descontos pelo Expedia, enquanto, na verdade, são preços aplicados somente em períodos restritos.
“Não temos nada contra a internet, ao contrário“, diz Didier Chenet, presidente da Synhorcat, “mas não podemos deixar que essas práticas penalizem os hoteleiros.”
Sabemos que nunca a totalidade do inventário de um hotel será vendida 100% diretamente. Mesmo na era pré internet, 25% das reservas dos hotéis nos EUA vinham de agências de viagens, operadoras, etc. Mas a redução de canais indiretos é uma importante decisão. Além de preservar a marca e evitar a erosão das suas tarifas, as reservas diretas possibilitam o engajamento do cliente antes, durante e depois da hospedagem, promovendo um relacionamento a longo prazo e maior fidelização.
Se analisarmos os hotéis independentes, a mudança da distribuição offline para o online ainda é uma sobrecarga que não foi assimilada totalmente. O principal motivo é a falta de conhecimento de que o marketing digital não é uma despesa, mas um investimento com retorno imediato. Outra razão é a sensação de que a tecnologia necessária para tornar-se competitivo é privilégio somente das grandes redes.
Ainda existem os hotéis franqueados que acham que a marca principal é a responsável pela “internet”.
E se você acha, que por estarmos na América Latina, onde o mercado das OTAs ainda não está maduro, não há necessidade de se interar mais do assunto, está enganado.
Lembre-se que as OTAs estão aqui para ficar. Elas não vão desaparecer.
Não trabalhar com elas está fora de questão. Deixá-las tomar conta do seu negócio, também.
Então prepare-se e faça essa pergunta repetidamente: “Meu hotel está realmente preparado para uma mudança radical na maneira como gera reservas e aplica seu orçamento de marketing?”
Com base nisso:
• Conheça as principais OTAs e o impacto no seu mercado
• Saiba como a concorrência está gerenciando o assunto, mas não tome como verdade absoluta o que eles estão fazendo. Estude o máximo sobre o assunto e tome a melhor decisão para o “seu” inventário.
• Invista nos canais de distribuição diretos
• Empregue cuidadosamente seu budget de marketing (incluindo redesenho da sua homepage, boa visualização em sites de busca, email marketing, publicidade online e patrocínios, mobile marketing, iniciativas focadas nas redes sociais, etc)
• E, finalmente, não deixe de ser distribuído pelos 3rd parties (você precisa deles), mas, por favor, gerencie as OTAs de maneira que elas trabalhem a seu favor.
Não esqueça, é o SEU negócio que está em jogo!!!!
Boas decisões!


Fonte: Blog da Gariela Otto